Se sua vida não é como você sempre quis
Se todos apontam o dedo pro seu nariz
Se seu chefe o chama de João ninguém
Se o doce do mel em seus lábios vira fel
Me diga o que corre em suas veias
O que corre em suas veias
Se seus filhos pedem o pão e não tem como dar
E na cama sua mulher diz sai daqui sai pra lá
E se seus sonhos viram grandes pesadelos
E no corte ninguém reconheceu seus cabelos
Me diga o que corre em suas veias
O que corre em suas veias
Se seu coração já não quer e deseja a morte
E no jogo quem joga contra você é a sorte
Se as perguntas que faz o deixam sem respostas
Se aqueles em que confia lhe dão as costas
Me diga o que corre em suas veias
O que corre em suas veias
sábado, 30 de janeiro de 2010
quarta-feira, 27 de janeiro de 2010
07 Homem de Deus
Há séculos atrás
Surgia um messias
De carne e espírito
Andarilho da fé
Seu poder desconhecido
Mas tal seria traído
Caminhou pelo deserto
Pelo caminho quase certo
Pra Deus perguntar o que?
Deveria ele fazer
Mas o diabo tava lá
Pra tudo lhe oferecer
O diabo ofertava
Ele só profetizava
O diabo iludia
Ele versos e poesia
E o diabo se irritou
Sorriu e então falou
Homem de Deus
Você vai se arrepender
Seu sacrifício será em vão
Eles irão dependurar você
Mais já tava o futuro
Pra ele reservado
Rezar das alturas do muro
Depois de morrer pregado
O diabo gargalhava
E então depois berrava
Homem de Deus
Eu avisei você
Você não me deu ouvidos
Agora nada posso fazer
Surgia um messias
De carne e espírito
Andarilho da fé
Seu poder desconhecido
Mas tal seria traído
Caminhou pelo deserto
Pelo caminho quase certo
Pra Deus perguntar o que?
Deveria ele fazer
Mas o diabo tava lá
Pra tudo lhe oferecer
O diabo ofertava
Ele só profetizava
O diabo iludia
Ele versos e poesia
E o diabo se irritou
Sorriu e então falou
Homem de Deus
Você vai se arrepender
Seu sacrifício será em vão
Eles irão dependurar você
Mais já tava o futuro
Pra ele reservado
Rezar das alturas do muro
Depois de morrer pregado
O diabo gargalhava
E então depois berrava
Homem de Deus
Eu avisei você
Você não me deu ouvidos
Agora nada posso fazer
domingo, 10 de janeiro de 2010
06 Cavaleiro das trevas
Com sua capa de morcego negro
Com seu cinto de utilidades
À noite ele sai à cidade
A caça de mal feitores
Batmam, o cavaleiro das trevas.
Batmam, o morcego contra o crime.
Com seu carro blindado negro
Ele faz a lei em gotham city
Não há gata, pingüim, nem coringa.
Capaz de uma vez lhe vencer
Batmam, o cavaleiro das trevas.
Batmam, o morcego contra o crime.
Quando se encontra enrascado
Tem sempre na cintura algo
Pra todo o instante lhe ajudar
Uma inimiga quer lhe beijar
Batmam, o cavaleiro das trevas.
Batmam, o morcego contra o crime.
O comissário dá o sinal
Pelo telefone vermelho
Contato direto com a caverna
Qualquer problema ligue pra taberna
Batmam, o cavaleiro das trevas.
Batmam, o morcego contra o crime.
Com seu cinto de utilidades
À noite ele sai à cidade
A caça de mal feitores
Batmam, o cavaleiro das trevas.
Batmam, o morcego contra o crime.
Com seu carro blindado negro
Ele faz a lei em gotham city
Não há gata, pingüim, nem coringa.
Capaz de uma vez lhe vencer
Batmam, o cavaleiro das trevas.
Batmam, o morcego contra o crime.
Quando se encontra enrascado
Tem sempre na cintura algo
Pra todo o instante lhe ajudar
Uma inimiga quer lhe beijar
Batmam, o cavaleiro das trevas.
Batmam, o morcego contra o crime.
O comissário dá o sinal
Pelo telefone vermelho
Contato direto com a caverna
Qualquer problema ligue pra taberna
Batmam, o cavaleiro das trevas.
Batmam, o morcego contra o crime.
05 Ronda
Eu simplesmente não sei
O que faço por aqui
Com essa cara rara
De homem trabalhador
Se já sou fora da lei
Covarde traidor
Mas hoje policial
Com fama de mal
Fuja daí, corra daqui
Antes que a ronda passe
Se eu tiver na rota
É melhor não vacilar
Porque irei extorqui
Vou roubar e levar
E fardado investigar
Essa mera bandidagem
Mais nada vai mudar
Essa puta sacanagem
Fuja daí, corra daqui
Antes que a ronda passe
E de plantão no quartel
Tipo sargento pincel
Vou arranjar mulheres
Pra embutir o caralho
E esquecer do trabalho
E deixar o povo
Levando de novo
Na bunda a humilhação
Fuja daí, corra daqui
Antes que a ronda passe
É pra isso oh! Nação
Que essa porra nasceu
Os mais raros dizem
Que foi pra nos defender
Mais a vejo também
A querer te fuder
A querer me fuder
A querer nos prender
Fuja daí, corra daqui
Antes que a ronda passe
O que faço por aqui
Com essa cara rara
De homem trabalhador
Se já sou fora da lei
Covarde traidor
Mas hoje policial
Com fama de mal
Fuja daí, corra daqui
Antes que a ronda passe
Se eu tiver na rota
É melhor não vacilar
Porque irei extorqui
Vou roubar e levar
E fardado investigar
Essa mera bandidagem
Mais nada vai mudar
Essa puta sacanagem
Fuja daí, corra daqui
Antes que a ronda passe
E de plantão no quartel
Tipo sargento pincel
Vou arranjar mulheres
Pra embutir o caralho
E esquecer do trabalho
E deixar o povo
Levando de novo
Na bunda a humilhação
Fuja daí, corra daqui
Antes que a ronda passe
É pra isso oh! Nação
Que essa porra nasceu
Os mais raros dizem
Que foi pra nos defender
Mais a vejo também
A querer te fuder
A querer me fuder
A querer nos prender
Fuja daí, corra daqui
Antes que a ronda passe
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